Mélody
Estávamos nos arrumando para partir quando me veio do nada na mente, uma coisa que não havia pensado até agora, quando estava com meus sentimentos descontrolados.
-Rose, quero que você me prometa, não vai usar seu poder de controle nessa batalha!
Ela me olhou confusa.
-Por que isso agora Mél?
Balancei a cabeça. Jeff e eu tínhamos mais experiência com lutas, ele sabia do que eu falava!
-Mél tem razão!
Eu podia sentir a relutância na voz dele em concordar comigo. Nós nos dávamos bem, melhor do que com Félix, concerteza, mas ainda havia algo que não deixávamos inteiramente próximos. E eu também sabia que Jeff tinha medo de mim, algo que nunca entendi muito bem!
-Mas porque eu não poderei usar?- insistiu Rose.
-Porque estará descontrolada em suas emoções, então pode acabar machucando nossos companheiros...
Parei abruptamente me virando para a janela. Eu apenas pulei e comecei a correr.
-Rose!-xinguei-a.
Mas eu sentia que não era ela. Era meu próprio corpo se movendo sozinho.
Era um novo poder, eu sentia. Mas como controlar um poder que me controlava?
A minha frente, em um penhasco, vi uma garota sendo agarrada por um homem. Eu ia ajudá-la, mas que motivo eu tinha para isso?
O broxe! Eu o reconhecia. Ela era uma das nossas. Umas das que estava no bar.
Lembro perfeitamente de seus olhos vermelhos assustados, de seus cabelos loiros em cachos, de quão pequena e frágil ela sempre me parecerá. Kirie! Era esse seu nome. O único nome de que ela se lembrava de sua vida mortal. 15 anos quando fora transformada.
Um homem grande e musculoso a segurava.
Gritei saltando, arrancando a cabeça dele com as garras. Grudei-me em seu corpo, sugando o pouco de sangue que nele havia.
Outro poder surgiu.
Eu pude ver a vida toda dele. Até mesmo a vida de humano que ele tivera. Uma vida normal, até mesmo trabalhando para Rodolfo em uma pequena fazenda. Um camponês com uma vida normal de idade média, com sua esposa e filhos – que ele assassinou nas primeiras semanas de transformado.
Estávamos nos arrumando para partir quando me veio do nada na mente, uma coisa que não havia pensado até agora, quando estava com meus sentimentos descontrolados.
-Rose, quero que você me prometa, não vai usar seu poder de controle nessa batalha!
Ela me olhou confusa.
-Por que isso agora Mél?
Balancei a cabeça. Jeff e eu tínhamos mais experiência com lutas, ele sabia do que eu falava!
-Mél tem razão!
Eu podia sentir a relutância na voz dele em concordar comigo. Nós nos dávamos bem, melhor do que com Félix, concerteza, mas ainda havia algo que não deixávamos inteiramente próximos. E eu também sabia que Jeff tinha medo de mim, algo que nunca entendi muito bem!
-Mas porque eu não poderei usar?- insistiu Rose.
-Porque estará descontrolada em suas emoções, então pode acabar machucando nossos companheiros...
Parei abruptamente me virando para a janela. Eu apenas pulei e comecei a correr.
-Rose!-xinguei-a.
Mas eu sentia que não era ela. Era meu próprio corpo se movendo sozinho.
Era um novo poder, eu sentia. Mas como controlar um poder que me controlava?
A minha frente, em um penhasco, vi uma garota sendo agarrada por um homem. Eu ia ajudá-la, mas que motivo eu tinha para isso?
O broxe! Eu o reconhecia. Ela era uma das nossas. Umas das que estava no bar.
Lembro perfeitamente de seus olhos vermelhos assustados, de seus cabelos loiros em cachos, de quão pequena e frágil ela sempre me parecerá. Kirie! Era esse seu nome. O único nome de que ela se lembrava de sua vida mortal. 15 anos quando fora transformada.
Um homem grande e musculoso a segurava.
Gritei saltando, arrancando a cabeça dele com as garras. Grudei-me em seu corpo, sugando o pouco de sangue que nele havia.
Outro poder surgiu.
Eu pude ver a vida toda dele. Até mesmo a vida de humano que ele tivera. Uma vida normal, até mesmo trabalhando para Rodolfo em uma pequena fazenda. Um camponês com uma vida normal de idade média, com sua esposa e filhos – que ele assassinou nas primeiras semanas de transformado.
Mas o que realmente me prendeu foi o quão importante ele era na guarda de Rodolfo. Seu braço direito, eu até diria.
O poder que eu tinha agora, de ver a vida toda de quem eu tocasse, eu havia sugado dele. Claro que eu tinha o poder dentro de mim muito antes, mas o seu sangue havia o “despertado” dentro de mim.
Ok, mas agora voltando a ligação dele e de Rodolfo, ele sabia onde Rodolfo estava, e não era o castelo! Nem mesmo no país ele estava.
-Viajamos até aqui por nada?- disse a mim mesma.
Kirie olhou-me confusa, mas sorriu, agradecendo por ter a salvado.
-Não se preocupe!- eu disse afagando seus cabelos.
O que eu estava fazendo? Ela parece frágil, mas é mais velha do que eu!
-Mas por que você não se defendeu?
Ela se encolheu.
-Meu poder é de distância. Eu só consigo acertar pessoas a no mínimo10 metros de mim!
-Hummmm....
Peguei-a pelo braço e puxei-a, fazendo-a correr junto comigo de volta a casa.
-Rose,- comecei pulando a janela- precisamos de um portal para todos ! AGORA! De volta para a nossa casa!
Rose me encarou irritada.
Clary
Eu havia vestido o que Rodolfo colocara em minha cama pela manhã.
Era um vestido bege, de decote u bem grande. Havia renda sobre a parte do busto e abaixo da cintura, onde também era de um tom de bege mais escuro.
Virei-me quando a porta s abriu. Rodolfo chutou um homem para dentro, que caiu de joelhos, implorando por piedade.
Eu na me alimentava direito há três dias. O pequeno rasgo no braço do homem me fazia estremecer. Atirei-me de joelhos ao seu lado, sugando-lhe, com minhas presas em seu pescoço, tão rápido que mal prestei atenção em Rodolfo se movendo pelo quarto.
Larguei o homem, flácido, para o lado.
-Querida Clarissa, conte-me sobre elas mais um pouco.
A voz de Rodolfo era suave, romântica. Mas ele já arrancará tudo o que eu sabia, o que mais ele podia querer?
-Vamos, ao menos os dons que eles tem!
-Eu não sei nada sobre os dons, passei pouco tempo com elas.
-Alguma coisa você deve saber.
O poder que eu tinha agora, de ver a vida toda de quem eu tocasse, eu havia sugado dele. Claro que eu tinha o poder dentro de mim muito antes, mas o seu sangue havia o “despertado” dentro de mim.
Ok, mas agora voltando a ligação dele e de Rodolfo, ele sabia onde Rodolfo estava, e não era o castelo! Nem mesmo no país ele estava.
-Viajamos até aqui por nada?- disse a mim mesma.
Kirie olhou-me confusa, mas sorriu, agradecendo por ter a salvado.
-Não se preocupe!- eu disse afagando seus cabelos.
O que eu estava fazendo? Ela parece frágil, mas é mais velha do que eu!
-Mas por que você não se defendeu?
Ela se encolheu.
-Meu poder é de distância. Eu só consigo acertar pessoas a no mínimo
-Hummmm....
Peguei-a pelo braço e puxei-a, fazendo-a correr junto comigo de volta a casa.
-Rose,- comecei pulando a janela- precisamos de um portal para todos ! AGORA! De volta para a nossa casa!
Rose me encarou irritada.
Clary
Eu havia vestido o que Rodolfo colocara em minha cama pela manhã.
Era um vestido bege, de decote u bem grande. Havia renda sobre a parte do busto e abaixo da cintura, onde também era de um tom de bege mais escuro.
Virei-me quando a porta s abriu. Rodolfo chutou um homem para dentro, que caiu de joelhos, implorando por piedade.
Eu na me alimentava direito há três dias. O pequeno rasgo no braço do homem me fazia estremecer. Atirei-me de joelhos ao seu lado, sugando-lhe, com minhas presas em seu pescoço, tão rápido que mal prestei atenção em Rodolfo se movendo pelo quarto.
Larguei o homem, flácido, para o lado.
-Querida Clarissa, conte-me sobre elas mais um pouco.
A voz de Rodolfo era suave, romântica. Mas ele já arrancará tudo o que eu sabia, o que mais ele podia querer?
-Vamos, ao menos os dons que eles tem!
-Eu não sei nada sobre os dons, passei pouco tempo com elas.
-Alguma coisa você deve saber.
-Está bem!- pausei – Rosemary pode falar com os mortos.
Ele batia as unhas sobre a cama, onde estava sentado, pensativo.
Rodolfo
Eu precisava de mais informações, por isso mandará Fernando, meu braço direito, para conseguir informações, mas...
Ele estava demorando mais que o normal para voltar.
-Você lembra-se de Fernando, Clarissa?
Ela me encarou.
-Claro que me lemb...
-Eu o mandei atrás delas!- interrompia.
Ela permaneceu boquiaberta por um tempo, enquanto eu sorria. Quando ela fechou a boca seus olhos estavam sem foco. Clarissa sabia exatamente o poder que cada um de meu exercito tinha.
Então ela sorriu e disse:
-Elas acabaram com ele!
Ele batia as unhas sobre a cama, onde estava sentado, pensativo.
Rodolfo
Eu precisava de mais informações, por isso mandará Fernando, meu braço direito, para conseguir informações, mas...
Ele estava demorando mais que o normal para voltar.
-Você lembra-se de Fernando, Clarissa?
Ela me encarou.
-Claro que me lemb...
-Eu o mandei atrás delas!- interrompia.
Ela permaneceu boquiaberta por um tempo, enquanto eu sorria. Quando ela fechou a boca seus olhos estavam sem foco. Clarissa sabia exatamente o poder que cada um de meu exercito tinha.
Então ela sorriu e disse:
-Elas acabaram com ele!
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