domingo, 10 de junho de 2012

ENTAO

entao é isso galera, acabou BS!

depois de tipo 2 anos inteiros!








aaaaaaah vou sentir falta disso :(

mas aguardem noticias de novos livros u-u

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beeeeeeeeijo <3


may (vulga rose

Capítulo 20 – tudo acaba bem

Capítulo 20 – tudo acaba bem

Rosemary

- O que vocês estão fazendo aqui?
- Não é obvio? – Alice revirou os olhos. – Viemos acabar com sua guerra.
- Essa guerrinha inútil tem que acabar e agora. – completou Mel, me olhando com seu olhar “eu estava certa o tempo todo LALALA”.
Alice pareceu não gostar da atitude de Mel, mas o que me causava arrepios era o eterno sorriso no rosto de Samanta. Parecia que algo extremamente feliz a envolvia, e aquilo estava começando a me causar náuseas.
- Vocês não conseguem ver que isso não leva a nada? – continuou Alice, cada palavra era como um tapa.
- Mas conseguimos uma coisa. – disse Mel, sorrindo.
- E o que seria, hein mocinha?
- Fizemos Rodolfo recuperar sua humanidade e perceber que ainda é capaz de amar! – ela vibrou, dando pulinhos. Todos a encararam. – Ah, qual é, gente! Ele está neste exato instante arriscando tudo por Clarissa.
- Porque ele a deseja. – falou Samanta, odiando o comportamento de Mel.
- Não, porque ele a AMA. – Mel corrigiu, com um gesto de “por favor, vadia, calada.”
- E como é que você sabe? – perguntei, bufando.
- Simples! – ela parecia ter esperado o tempo todo pra dizer isso – Você não pensou que eu tinha mesmo traído todo mundo né?
Engoli em seco, porque eu realmente tinha considerado isso. Quero dizer, não me leve a mal, mas ela nos ABANDONOU. Era suspeito demais.
- Tudo bem, Rose, não me responda. Continuando...
Mel segurou minha mão e a de Alice e seus olhos ficaram totalmente brancos. Demorei a entender que esse era um dos novos poderes dela.
O campo de batalha apareceu a nossa frente. Rodolfo estava com sangue no rosto e nas mãos, mas algo me dizia que não era dele. Estava olhando furiosamente para um homem forte parado a sua frente. No inicio pensei que ele só queria matar mais um, mas então percebi o que acontecia:
Todos estavam parados, apenas observando.
Felix e Kirie estavam de mãos dadas, assistindo a cena, com hesitação. Drake e uma outra garota estavam atrás de Rodolfo, atentos a qualquer movimento. O resto dos soldados estavam em um circulo, com Rodolfo e o musculoso no centro. Pareciam aguardar o movimento final.
- Eu já concordei em parar a guerra, por que ainda está segurando ela? – ele rosnou. – Eu ordeno que a liberte!
- Ela não é propriedade sua, Rodolfo. Ela é livre pra escolher o que quiser.
Só então percebi Clary nos braços do musculoso. Ela estava chorando, desesperada por liberdade. Ela olhava para Rodolfo e em seus olhos vi que ainda o amava. Ela morreria por ele sem hesitar e tudo que queria era que ele a salvasse, a tirasse dali, mas sabia que era impossível. Rodolfo nunca admitira que sentia tais sentimentos por ela, não em público.
- Eu... Ela é minha. Eu a quero. E ela quer ficar comigo também, não quer? Diga a ele, Clarissa.
- Eu... Eu não posso. Eu não...
- Ela não quer você. – o musculoso acariciou levemente o rosto de Clary, beijando a bochecha dela. – E ela não tem nenhum valor sentimental pra você, não é mesmo? Então não se importa se eu fizer isso...
Ele colocou-a no chão rapidamente, suas mãos apertando o pescoço dela – não; ele estava fingindo que apertava. Não havia dor nos olhos de Clary, mas ela estava com medo. Suor escorria por seu rosto. Felix deu um passo a frente, mas Kirie o impediu de se aproximar mais.
- Não faça isso com ela! – gritou Rodolfo, avançando. – POR FAVOR. Eu imploro.
- E por que não? – o musculoso sorriu, me dando arrepios.
- Porque eu... – Rodolfo engoliu em seco, hesitante. Depois olhou mais uma vez para Clary e disse – Porque eu a amo.
Só essas palavras – “porque eu a amo” – fizeram o musculoso virar pó em questão de segundos e todos voltarem a ativa. Abraços e sorrisos foram trocados. Amizades foram refeitas. Tudo estava bem novamente.
E percebi que nunca tinha ficado ruim. Era tudo parte de um plano, um plano genial onde Melody era a líder e planejara tudo desde o inicio.
E eu fora uma idiota em contestar.
- Mel.  – falei, quando a visão acabou. – Me desculpe por...
- Shh, calada, boba. – ela me abraçou, rindo. – Você não poderia saber, senão ia estragar tudo!
As antigas Blood Sisters se entreolharam e acenaram a cabeça.
- Acho que não precisam mais de nós.
Elas uniram as mãos e fecharam os olhos, emitindo muita luz. Um calor percorreu meu corpo quando a luz girou em torno de Mel e eu. Senti todas as coisas boas e ruins, misturadas, rodopiando dentro de mim. E de repente, as Blood Sisters sorriram e desapareceram, levando a luz com elas.
- E agora, o que faremos?
- Agora voltamos para casa.


- E OLHA SÓ QUEM NÃO ESTÁ MAIS SOLTEIRA! – berrou Drake, abraçando Mel (sim, eu disse abraçando) com força, gargalhando. – Senhoras e senhores, eu apresento a senhora Jake Não-Tenho-A-Menor-Ideia-Do-Sobrenome!
- Ah, seu idiota! – Mel socou o ombro dele, separando-se do abraço para envolver a cintura de Jake. – Eu sou uma mulher casada, olha o respeito.
- Ou eu quebro sua cara, morto-vivo. – Jake sorriu, beijando o cabelo de Mel.
- Whoa, calma aí, amigão. Eu sou um rapaz comprometido e levo isso a sério. – ele apontou para Vanya (os dois realmente formam um belo casal) e piscou para Mel. – Mas estarei sempre disposto a me divertir com a madame, como bons amigos, é claro. – ele beijou gentilmente a mão dela.
- Não é engraçado? Há alguns meses vocês se odiavam mortalmente! – falei, envolvendo todos num abraço apertado.
- E eu estava morto. – riu Drake, como se contasse que a grama era cor-de-rosa. – E você, madame, não é mais aquela garotinha.
- Todos têm de crescer um dia. – falou Jeff, empurrando Drake para me puxar para si. – E aí, alteza?
- Sem brigas vocês. – Clary riu, encostando a cabeça no peito de Rodolfo. – Estamos todos bem felizes agora que somos uma família.
- Os apaixonados sempre têm essa cara de idiota? – riu Drake, dando uma cotovelada na barriga de Felix.
- Não sei, mas você faz essa cara quando Vanya está perto. – Kirie mostrou a língua para o cunhado, que rosnou em resposta.
- Calados vocês dois, ou mato você de novo, irmãozinho.
- Você sabe que não vive sem mim. – Felix piscou, fazendo Drake revirar os olhos.
- Vocês dois me lembram alguém. – Rodolfo bocejou, como se tudo estivesse dando-lhe vontade de dormir (coisa que ele não fazia há anos) – Será que podemos por favor ir para casa?
- Mas, querido. – Clary sorriu, olhando para ele. Depois apontou para o grande jardim do castelo, onde se realizara o casamento de Mel e Jake, junto com o meu e de Jeff, Felix e Kirie, Vanya e Drake e (Finalmente) Rodolfo e Clary. – Já estamos em casa.

FIM

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Capítulo 19 – A batalha está dentro de nós

Mélody
Rose havia enlouquecido. Começar a guerra? Que problema ela tinha? Não era necessário nada disso.
-Mas que idiota!- disse baixo.
-Acalme-se- Rafael me ordenou.
-Não há como! Ela esta pondo abaixo minha ideia!
Bati a cabeça na parede.
Ouvi os passos na escada e fiquei séria. Meio segundo depois Rodolfo explodiu a porta.
-Eu vou MATAR a sua irmã! Ela quer uma guerra e vai ter!- Gritou ele. A voz estava tremula e pensei que ele fosse chorar a qualquer momento, ou até mesmo se jogar no chão e espernear como uma criança – Ela mata minha esposa, ressuscita meus filhos... Que tipo de monstro ela é?
Eu sabia que quando chamou Rose de monstro falava sobre Drake e Felix. Era claro para mim que ele não se importava com Marilyn, e que amava somente Clary, sempre amará apenas ela. Mas não esperava que ele admiti-se isso tão fácil.
-E vai fazer o que?- eu disse fria enquanto cruzava os braços abaixo do busto.
-Vamos arrumar as tropas e atacar! Você fica ao meu lado e Rafael fica no castelo com Clarissa...
-Vai deixar a doce Clarissa sozinha comigo?- Disse Rafael em um tom misteriosamente sedutor.
Rodolfo rugiu, literalmente, agarrando Rafael pelo colarinho o tirando do chão. Girei, agarrando o corpo fraco de Rafael, impedindo-o de enforcar-se.
-Não ouse tocar nela! Eu lhe deixei vivo! Tinha imensa gratidão!
Senti Rafael tremer em meus braços, rindo.
-Eu nunca pedi para viver.
Soltei Rafael tão rápido quanto terminou de dizer aquilo. Ele engasgou.
-Me segure Mél!- gritou ele.
-Você não pediu para viver – eu disse fria e calmamente.
Caminhei até Rodolfo, olhando os olhos assustados de Rafael.
-E-eu estava brincando... Rofo, você... Você me conhece!
-Não mais.
Rodolfo agarrou o pescoço de Rafael, quebrando-o como se fosse um simples graveto. Não pude deixar de sentir pena de Rafael, mas não me faria falta no final. Acho que estava me tornando fria, mais do que o próprio Rodolfo fora.
Ele se virou para mim, fazendo uma reverencia com a cabeça.
-Precisa de alguém que fique de olho em Clarissa.
-Me sugere alguém?- disse ele levantando a sobrancelha.
-Vanya. Você confia nela, não é?
Sem dizer mais nada, indicou a porta e seguiu a direção, descendo as escadas. Sem fazer ruído, segui-o.

Drake
-Parece que estão começando a se mover.
Jake permanecia atento ao ponto enevoado onde o castelo estava. Lógico que esperava ver Mélody a qualquer momento, presa a correntes provavelmente. Mas quando ela apareceu ele ficou tão surpreso quanto todos nós, apesar de muitos já terem a idéia de ela nos ter traído.
O exercito de Rodolfo estava posicionado a nossa frente, perfeitamente alinhado, como se um fosse a sombra do outro, com movimentos copiados de um treinamento rigoroso. Enquanto isso, nós estávamos meio desalinhados, mal organizados em tamanho, mas combinando técnicas.
Mélody estava sentada em um trono, ao lado do de meu pai. Os dois vestiam roupas de batalha, mas enquanto papai usava algo mais dourado e que chama-se a atenção de todos, Mélody usava uma armadura negra, que lembrava, especialmente por seus olhos sangue, um dragão frio, forte e imponente.
 -O que aquela VACA está fazendo?- Rose gritou.
Mélody não pareceu nem mesmo ouvir enquanto, alheio a tudo, papai sorria.
-Por que não dá o primeiro passo Rosemary?- brincou ele.
Rose sorriu furiosa e moveu o pé para frente. Em um milésimo de segundo o exercito a nossa frente explodiu.
Mal pude ver papai se movendo contrariamente a luta, voltando lenta e despreocupadamente ao castelo. Era a minha chance.
Em meio segundo me teletransportei, aparecendo a frente de Mélody.
-Onde?
-Torre – disse ela, enquanto me golpeava no peito – Rafael está morto – sussurrou me chutando para o chão.
Caindo de costas, demorei mais meio segundo para me teletransportar para a torre onde Mélody ficará presa enquanto viveu no castelo.
A primeira coisa que pude ver foi Clarissa, sentada em uma poltrona vermelha, descansando suavemente em um vestido esmeralda que lhe realçava a pele e os cabelos.
-Clar...
Um baque em minhas costas me jogou contra o chão.
-Então realmente estás vivo!
Virei, ainda de quatro, olhando-a.
-Só você para me deixar de quatro, Vanya!- eu disse sedutoramente.
Ela sorrio, chutando-me no queixo. Cai.
-Muito galante o senhor!
Segurei seu pé e puxei-a para o chão, escorregando para cima dela.
-Estamos perdendo tempo- sussurrei.
Com a respiração falhando, ela me chutou para cima, levantando-se suavemente simplesmente disse:
-Vamos.

Jake
-Olha, nada contra sua noiva, mas acho que ela realmente nos traiu!- Joe gritou.
-Não pode ser o que parece!- gritei de volta enquanto, com uma árvore com a copa em chamas, rasgava três inimigos de uma só vez.
-Ela atacou Drake!- Felix passou correndo por mim, acertando os pés no peito de um vampiro à frente, caindo sentado sobre ele, arrancando-lhe a cabeça, deixando que o sangue flui-se do pescoço rasgado.
Mélody não atacaria nenhum de nós. Não sem motivo pelo menos. Mas para todos que viram, parecia que ela havia trocado de lado. Eu tinha certeza que não, mas Rose e os outros pareciam duvidar.
Senti alguém me puxar e me vi voando, acertando com força as costas em uma árvore, que partiu ao meio. Abri meus olhos, com a visão meio turva. Dois homens de Rodolfo corriam para mim. Sem pensar direito, ainda com o rosto de Mél em mente, segurei-me no tronco quebrado da árvore, usando-o como apoio.
Quando eles estavam próximos o suficiente, esmaguei a parte do tronco que estava em minha mão, jogando as fagulhas neles.
Enquanto protegiam os olhos, cravei as mãos em garras em seus peitos. Suspendi meu corpo e me balancei, lançando-me para frente. Os dois caíram no chão enquanto seus corações ainda pulsavam em minhas mãos, os quais esmaguei enquanto corria de volta ao campo de batalha.
Eu consegui ver pelo canto do olho Jeff rasgando uma garota ao meio e jogando-a em cima de um garoto, que caiu para trás assustado, tendo o próprio pescoço arrancado um segundo depois.
Joe dava ordens aos nossos companheiros, guerreiros de primeira viajem.
Eu não sabia para que lado correr.
Felix me puxou pelo braço, abaixando-me. Uma bola de fogo raspou nossos braços que estavam protegendo nossas cabeças.
-Mas que PORRA é essa?
-Parece que um dos caras que está com eles lança bolas de fogo.
Consegui visualizar o rosto do homem, antes de mais bolas de fogo serem lançadas contra nosso exercito.
-Eu fico com ele!
Felix não teve tempo de me puxar novamente, eu corria em direção ao homem de capuz de fogo. Ele percebeu, rápido demais, minha movimentação. Eu claramente virei o novo alvo.
Usando um inimigo de apoio, me lancei no ar, girando meio segundo antes de ser atingido por uma das bolas. Comigo na mira, eu só pude ver o lampejo da bala indo para cima. Felix havia conseguido atravessar o campo de batalha a tempo, para arrancar a cabeça do homem e esmagar, com a sola da bota, seu coração.
Nós dois olhávamos um exercito imóvel agora. Nossos homens, e mulheres, atacavam a todos como se fossem bonecos de treino.
Ao mesmo tempo, Joe, Jeff, Felix e eu, olhamos na mesma direção.
Rose caminhava em direção a Mélody, e tudo, a não ser elas, parecia completamente morto.

Mélody
Eu sabia que se tenta-se Rodolfo não me deixaria sair de onde estava. Onde estava Rose?
Como se tive-se me ouvido, o que ela provavelmente fez, Rose apareceu poucas cabeças a frente, correndo para mim enquanto o exercito, obedientemente, separava-se para abrir-lhe caminho.
-Mélody!- ela gritou furiosa.
-Rosem...
Pulei nela, segurando seus braços longe de mim, dando-lhe uma cabeçada quando tentou morder-me.
“Leia a PORRA dos meus pensamentos Rose!” gritei dentro de minha própria mente enquanto mostrava-lhe os dentes. “Veja o que estive fazendo! Veja como essa guerra é ridícula!”
Ela rosnou e pude sentir, e pelo que pude perceber Rose também, algo nos puxando. Por um instante tudo ficou preto e pensei que havia desmaiado, mas quando abri meus olhos...
-Mas que DROGA!- Rose gritou.
O lugar parecia um velho pântano, lamacento, fedorento e enevoado.
-Onde es...
Rose pulou em mim, jogando-me no chão cheio de lama.
-O que pensa que está fazendo sua idiota?- gritou ela.
-Eu não fiz nada!
-Atacou Drake!
-Avisei onde Clary estava!
-E ficou sentada vendo gente morrer!
-Eu tive meus motivos.
-Pare de fingir!
-Não ven...
-Basta!- disse uma voz feminina e imponente.
Aproveitei a desatenção de Rose para joga-la para o lado com uma rajada de vento. Ficando em pé, limpei-me enquanto via de canto Rose tentar tirar, em vão, a lama das botas.
-O que deu em vocês?
Outra mulher apareceu. Na verdade, de principio parecia ser uma sombra da outra, mas ao contrario das roupas coladas e confortáveis, esta usava um vestido longo, de barra suja, até poderia dizer imunda, de lama.
-Estas são as Blood Sisters?- sussurrou em sua voz doce.
-Vergonhosamente, sim!
-E vocês são as originais que, obviamente, fingiram a própria morte- falei em tom frio.
-Exatamente- disse Samanta sorrindo enquanto olhava para a séria Alice.