Rose
Dei uma folga ao Jeff – da patrulha noturna, quero dizer. Eu não sei o porquê, mas sinto falta dele – tanta que chega até a ser uma dor física. Desde que trocamos sangue e ligamos nossas almas, eu sinto mais falta dele do que o normal e sei que ele sente o mesmo. Por isso, resolvi mudar o turno de Jeff para o dia e John, para noite. Modéstia a parte, não foi tão difícil; nem precisei usar meu poder de controlar pessoas. E também, John não tinha uma namorada que sentia falta dele!
Mel estava dominando minha cabeça por sua raiva – sim, eu ainda tinha a ligação com ela, embora pensasse que por estar ligada com Jeff eu perderia a ligação com Mel – e seus pensamentos estavam muito explosivos. Saí da mente dela e me concentrei no presente,
- Oi.
- Como assim?
- John nunca cedeu uma noite. Aposto que você negociou algo.
- Ou ele ficou encantado com minha beleza. – sorri, provocando.
- Ele que tente algo com você e eu arrancarei o coração dele. – Jeff fez uma careta.
- Não sei por que a violência se sabe que meu coração é seu. – sorri, beijando-o levemente no rosto e depois na boca.
- Há alguns anos, você não diria isso.
Dei um soco em seu ombro, mordendo o lábio. O pior é que ele estava certo.
Mas isso não me abalaria: Jeff é todo meu hoje e ninguém vai nos separar.
- Eu senti sua falta. – ele murmurou, sorrindo ao ler meus pensamentos. – Vamos?
- Eu preciso responder? – sorri, segurando sua mão e entrelaçando nossos dedos.
- Não. Já vi a resposta mesmo.
- Em minha mente?
- Não, em seus olhos.
Rodolfo
Clarissa estava me enlouquecendo. Suas rejeições à meus toques me deixavam nervoso. Nem mesmo Marilyn sabia fazer isso comigo, mas Clarissa... Meu Deus, ela realmente está mexendo comigo!
Observo sua reação, escondido na árvore de frente para sua janela. Sei que ela não pode me ver, então me sinto confortável.
Ela pegou o vestido verde-esmeralda com delicadeza, como se sentisse lentamente a textura. Ela levou-o ao rosto, sentindo a maciez e o cheiro, depois virou-se para ver como ficava nela no espelho. Sorriu.
- Eu sei que está olhando, Rodolfo.
Recolhi meu sorriso – que se formara repentinamente – aos poucos. Droga! Pensei.
- Como?
- Eu te vi pelo espelho. O que você quer? Me deu um vestido, me chamou de linda... O que você quer?
- Tem certeza que não sabe? – falei, pulando na janela e entrando no quarto, rapidamente estando com a mão no rosto dela – Você, Clarissa, eu só quero você.
- Você tem a Marilyn. – ela falou, abaixando a cabeça, tentando não olhar para mim. ergui seu rosto com meu dedo.
- Mas você é...
- Você só me quer porque eu não sou sua. – ela afastou minha mão de seu rosto – Me deixe em paz, por favor.
- Ele não desiste, Clarissa. Você não aprendeu isso ainda? – Marilyn disse, sorrindo ao entrar. Bufei.
- Marilyn, eu não me lembro de ter te chamado.
- Mas eu não preciso que me chame, querido. Sou sua ESPOSA. – ela olhou para Clary, sorrindo ao destacar bem a palavra.
- Não sei por que diz isso, Marilyn. – Clary sorriu também, sarcástica. – Tem medo de seu querido marido, que aliás está dando em cima de mim, esqueça que vocês são casados?
- Rodolfo só dá em cima de você porque é um canalha e adora ver uma mulher bonita.
- Ah, então você me acha bonita?
- E porque ele tem pena de você! – continuou Marilyn, como se não ouvisse Clary. Ela bateu o pé no chão, furiosa.
- Não é o que parece!
Eu estava mesmo vendo Clarissa e Marilyn disputando meu amor? Isso estava ficando bom, exatamente como eu queria.
- Rodolfo não tem pena de mim, ele acabou de confessar que me ama, sua... PUTA!
Ela pegou o vestido verde-esmeralda com delicadeza, como se sentisse lentamente a textura. Ela levou-o ao rosto, sentindo a maciez e o cheiro, depois virou-se para ver como ficava nela no espelho. Sorriu.
- Eu sei que está olhando, Rodolfo.
Recolhi meu sorriso – que se formara repentinamente – aos poucos. Droga! Pensei.
- Como?
- Eu te vi pelo espelho. O que você quer? Me deu um vestido, me chamou de linda... O que você quer?
- Tem certeza que não sabe? – falei, pulando na janela e entrando no quarto, rapidamente estando com a mão no rosto dela – Você, Clarissa, eu só quero você.
- Você tem a Marilyn. – ela falou, abaixando a cabeça, tentando não olhar para mim. ergui seu rosto com meu dedo.
- Mas você é...
- Você só me quer porque eu não sou sua. – ela afastou minha mão de seu rosto – Me deixe em paz, por favor.
- Ele não desiste, Clarissa. Você não aprendeu isso ainda? – Marilyn disse, sorrindo ao entrar. Bufei.
- Marilyn, eu não me lembro de ter te chamado.
- Mas eu não preciso que me chame, querido. Sou sua ESPOSA. – ela olhou para Clary, sorrindo ao destacar bem a palavra.
- Não sei por que diz isso, Marilyn. – Clary sorriu também, sarcástica. – Tem medo de seu querido marido, que aliás está dando em cima de mim, esqueça que vocês são casados?
- Rodolfo só dá em cima de você porque é um canalha e adora ver uma mulher bonita.
- Ah, então você me acha bonita?
- E porque ele tem pena de você! – continuou Marilyn, como se não ouvisse Clary. Ela bateu o pé no chão, furiosa.
- Não é o que parece!
Eu estava mesmo vendo Clarissa e Marilyn disputando meu amor? Isso estava ficando bom, exatamente como eu queria.
- Rodolfo não tem pena de mim, ele acabou de confessar que me ama, sua... PUTA!
Marilyn a encarou, furiosa. Segurou-a pelos cabelos e tentou bater a cabeça de Clary contra a porta, mas Clary fechou os olhos e um poder bruxo fez Marilyn e ela flutuarem. Clary bateu na cabeça de Marilyn com a sua, fazendo-a desmaiar.
O corpo de Marilyn desabou no chão e eu corri para pegá-la nos braços. Clary não deve ter gostado disso porque pousou na cama, emburrada, e disse:
- Agora caia fora daqui!
- Por que? – perguntei, confuso.
- Já conseguiu o que queria, não é? Eu bati nela por sua culpa. Me deixe em paz!
Soltei o corpo de Marilyn e me aproximei de Clarissa, mas ela se esquivou. Consegui segurá-la pelo braço.
- Eu dei o vestido à você porque eu escolhi você.
- Ah, é? Então por que se casou com ela? – seu rosto estava a centímetros do meu, sua respiração em minha bochecha.
- Eu... Eu não sei... Só o que eu sei é que...
- Você é um canalha mesmo! – ela me cortou, tentando se soltar.
- Eu quero você, Clarissa. Eu te amo.
Ela me deu um tapa e saiu do quarto.
Jeff
A luz do sol entrou pelo quarto, batendo em meu rosto. Abri meus olhos e vi Rose dormindo ao meu lado. Passei a mão por seu rosto, relembrando de nossa noite juntos. O rosto dela estava sereno, sem preocupação alguma, e eu adorei isso.
Mas de repente Rose se levanta num salto, a respiração ofegante. Seus olhos estão fora de foco. Ela está tendo uma visão – e esse é o único momento em que não posso entrar na mente dela.
- Rose? Rose, fale comigo! – pedi, sacudindo seus ombros.
- Mélody! – ela gritou. Mel apareceu correndo, preocupada, Jake logo atrás.
- O que foi? O que você vê? – perguntou Mel, a preocupação visível em seu rosto.
- Um calendário. O calendário da mamãe. – a voz não era a de Rose, não podia ser. Estava mais sombria. – Marca o dia da formatura. Daqui a três dias. E eu vejo... um vulto, uma capa escura. Cabelos escuros e um corpo atlético.
- Rodolfo. – murmurou Mélody, trincando os dentes – Continue.
O corpo de Marilyn desabou no chão e eu corri para pegá-la nos braços. Clary não deve ter gostado disso porque pousou na cama, emburrada, e disse:
- Agora caia fora daqui!
- Por que? – perguntei, confuso.
- Já conseguiu o que queria, não é? Eu bati nela por sua culpa. Me deixe em paz!
Soltei o corpo de Marilyn e me aproximei de Clarissa, mas ela se esquivou. Consegui segurá-la pelo braço.
- Eu dei o vestido à você porque eu escolhi você.
- Ah, é? Então por que se casou com ela? – seu rosto estava a centímetros do meu, sua respiração em minha bochecha.
- Eu... Eu não sei... Só o que eu sei é que...
- Você é um canalha mesmo! – ela me cortou, tentando se soltar.
- Eu quero você, Clarissa. Eu te amo.
Ela me deu um tapa e saiu do quarto.
Jeff
A luz do sol entrou pelo quarto, batendo em meu rosto. Abri meus olhos e vi Rose dormindo ao meu lado. Passei a mão por seu rosto, relembrando de nossa noite juntos. O rosto dela estava sereno, sem preocupação alguma, e eu adorei isso.
Mas de repente Rose se levanta num salto, a respiração ofegante. Seus olhos estão fora de foco. Ela está tendo uma visão – e esse é o único momento em que não posso entrar na mente dela.
- Rose? Rose, fale comigo! – pedi, sacudindo seus ombros.
- Mélody! – ela gritou. Mel apareceu correndo, preocupada, Jake logo atrás.
- O que foi? O que você vê? – perguntou Mel, a preocupação visível em seu rosto.
- Um calendário. O calendário da mamãe. – a voz não era a de Rose, não podia ser. Estava mais sombria. – Marca o dia da formatura. Daqui a três dias. E eu vejo... um vulto, uma capa escura. Cabelos escuros e um corpo atlético.
- Rodolfo. – murmurou Mélody, trincando os dentes – Continue.
- Clary está com ele. Ela está roendo as unhas. Rodolfo está numa festa, é isso. Vejo pessoas dançando sob um globo de luz. E nossos pais adotivos estão lá. Rodolfo os viu também. Ele vai atacá-los. E então nós duas aparecemos com uma... – ela parou abruptamente, parecendo apavorada.
- Uma o que? – Mel pressionou, olhando-a nos olhos sem foco.
- Uma espada antiga, horrorosa. Está toda obscura e tem dragões incrustados no cabo. Você está sorrindo, sombria, e eu estou... – ela parou outra vez.
- Você está o que?
- Eu estou sugando o sangue de Ingrid, aquela garota que você odiava na escola e que dava em cima do Jake. É nojento, Mel, ela é sombria por dentro.
- O que você faz depois?
Rose fez uma longa pausa, chocada.
- Eu a transformo.
- Uma o que? – Mel pressionou, olhando-a nos olhos sem foco.
- Uma espada antiga, horrorosa. Está toda obscura e tem dragões incrustados no cabo. Você está sorrindo, sombria, e eu estou... – ela parou outra vez.
- Você está o que?
- Eu estou sugando o sangue de Ingrid, aquela garota que você odiava na escola e que dava em cima do Jake. É nojento, Mel, ela é sombria por dentro.
- O que você faz depois?
Rose fez uma longa pausa, chocada.
- Eu a transformo.
Modéstia a parte...
ResponderExcluirEU AMEI MEU CAPITULO *O* -q
sério *o* -q
mas enfim, amei ser o Rodolfo <3
Divo demais *o*
ResponderExcluirEspada........... \õ/ weeeeeeeeeee!