melody
Rose devia ter razão!
-Vou buscar o meu!
-Vou pegar o meu também!
Corri até meu quarto e o peguei. Quando cheguei ao corredor Rose já me esperava com seu colarem mãos.
-Desculpa , não lembrava onde havia colocado.
-Tudo bem! Pronta?
-Claro!
Coloquei o colar no chão e quando ia dar um soco lembrei.
-Mana acho melhor fazermos isso lá fora.
-É entendi.
Descemos as escadas e fomos para o quintal atrás de casa.
-Agora sim, prontas!
Coloquei o colar no chão e dei um soco nele. É difícil explicar, foi como se uma barreira que me rodeava tive-se saído, e agora eu podia ver muito mais do que antes, eu podia sentir-me mais forte do que antes, eu podia lembrar de uma mulher de cabelos negros e olhos vermelhos beijando a testa de mim e minha irmã e nos deixando na porta dos Livingstone.
Olhei para o lado e vi o visinho vestido de Batman, então olhei para Rose e rimos.
Quando fechei meus olhos a mulher de cabelos negros apareceu em minha mente.
-Eu não sou mãe de sangue de vocês, mas eu as criei.
-Como assim? – perguntei.
-Seus pais não queriam vocês. Eles nem ao menos sabiam da lenda dos bebês vampiros gêmeos.
-Lenda?
-É, todos os bebês vampiros gêmeos que nascem, possuem muitos dons, não apenas dois, ou três como sua irmã tem agora, vocês terão todos os dons.
-Eu vou ler mentes então?
-Não. Os poderes serão divididos ente vocês. Por exemplo: Você não pode falar com os mortos, como Rose, mas você pode manter contato com pessoas distantes, comigo.
-Quer dizer que teremos todos os poderes que os vampiros do mundo todo têm?
-Sim.
-Ei, qual seu nome?
-Clary! Mesmo que você não lembre muito de mim, saiba, eu sempre vou amar vocês.
-Mas se você criou a gente, por que nos deixou?
-Porque eu fui mandada a uma missão, em uma guerra. Não tinha como levar vocês, então, as deixei com os Livingstone, que são pessoas de coração puro, se é que você me entende!
-Ei, eu to escutando tudo – disse Rose – então você foi nossa verdadeira mãe, a mãe que eu achei ter morrido.
Rose devia ter razão!
-Vou buscar o meu!
-Vou pegar o meu também!
Corri até meu quarto e o peguei. Quando cheguei ao corredor Rose já me esperava com seu colar
-Desculpa
-Tudo bem! Pronta?
-Claro!
Coloquei o colar no chão e quando ia dar um soco lembrei.
-Mana acho melhor fazermos isso lá fora.
-É entendi.
Descemos as escadas e fomos para o quintal atrás de casa.
-Agora sim, prontas!
Coloquei o colar no chão e dei um soco nele. É difícil explicar, foi como se uma barreira que me rodeava tive-se saído, e agora eu podia ver muito mais do que antes, eu podia sentir-me mais forte do que antes, eu podia lembrar de uma mulher de cabelos negros e olhos vermelhos beijando a testa de mim e minha irmã e nos deixando na porta dos Livingstone.
Olhei para o lado e vi o visinho vestido de Batman, então olhei para Rose e rimos.
Quando fechei meus olhos a mulher de cabelos negros apareceu em minha mente.
-Eu não sou mãe de sangue de vocês, mas eu as criei.
-Como assim? – perguntei.
-Seus pais não queriam vocês. Eles nem ao menos sabiam da lenda dos bebês vampiros gêmeos.
-Lenda?
-É, todos os bebês vampiros gêmeos que nascem, possuem muitos dons, não apenas dois, ou três como sua irmã tem agora, vocês terão todos os dons.
-Eu vou ler mentes então?
-Não. Os poderes serão divididos ente vocês. Por exemplo: Você não pode falar com os mortos, como Rose, mas você pode manter contato com pessoas distantes, comigo.
-Quer dizer que teremos todos os poderes que os vampiros do mundo todo têm?
-Sim.
-Ei, qual seu nome?
-Clary! Mesmo que você não lembre muito de mim, saiba, eu sempre vou amar vocês.
-Mas se você criou a gente, por que nos deixou?
-Porque eu fui mandada a uma missão, em uma guerra. Não tinha como levar vocês, então, as deixei com os Livingstone, que são pessoas de coração puro, se é que você me entende!
-Ei, eu to escutando tudo – disse Rose – então você foi nossa verdadeira mãe, a mãe que eu achei ter morrido.
-Sim, eu cuidei de vocês desde que nasceram.
-Mas onde você esta agora?
-Eu estou na França, meu mestre não me deixa sair, estou presa, mas nada de grave, assim que sair vou diretamente procurar vocês – disse Clary em meio a tossidas.
-Você não me parece bem!
-Mas eu estou.
Uma porta rangeu e então eu vi um homem de cabelos brancos e olhos vermelhos surgir na porta.
-Com quem fala Clary? – sua voz era grave, grossa e maldosa.
-Ninguém senhor, apenas cantando.
Então Clary começou a cantarolar uma musica de ninar.
“A musica que ela cantava pra gente!” pensei.
-Meninas, vocês precisam derrotar Trish e Harry.
Abri meus olhos e vi Rose séria.
-O que foi?
-Ela precisa de nós, mas ela disse que precisamos derrotar Trish e Harry, nossos pais.
-E eu concordo com ela, não vejo nada de mal em arrancar a cabeça deles.
-Mas eles são nossos pais Mél!
-E eles nos abandonaram Rosemary.
Era difícil para entender o ódio que eu sentia em mim, eu sentia o mesmo ódio que Clary sentia por Trish e Harry. Ela sim eu podia considerar nossa mãe.
-Mas onde você esta agora?
-Eu estou na França, meu mestre não me deixa sair, estou presa, mas nada de grave, assim que sair vou diretamente procurar vocês – disse Clary em meio a tossidas.
-Você não me parece bem!
-Mas eu estou.
Uma porta rangeu e então eu vi um homem de cabelos brancos e olhos vermelhos surgir na porta.
-Com quem fala Clary? – sua voz era grave, grossa e maldosa.
-Ninguém senhor, apenas cantando.
Então Clary começou a cantarolar uma musica de ninar.
“A musica que ela cantava pra gente!” pensei.
-Meninas, vocês precisam derrotar Trish e Harry.
Abri meus olhos e vi Rose séria.
-O que foi?
-Ela precisa de nós, mas ela disse que precisamos derrotar Trish e Harry, nossos pais.
-E eu concordo com ela, não vejo nada de mal em arrancar a cabeça deles.
-Mas eles são nossos pais Mél!
-E eles nos abandonaram Rosemary.
Era difícil para entender o ódio que eu sentia em mim, eu sentia o mesmo ódio que Clary sentia por Trish e Harry. Ela sim eu podia considerar nossa mãe.
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