Eu não sabia como nem quando, mas havia um plano em minha mente. Contei a Rose e ela gostou.
-Certo, acho que devemos ir.
-Como assim “ir”?
-Rose na sua visão, nós não estávamos aqui.
Ela fitou-me pensativa por um instante e então disse – É mesmo Mél, nós estávamos perto da casa dos avós de vocês.
Jeff e Jake se olharam. Subi correndo as escadas até o quarto de nossos pais. Os dois se encontravam deitados na cama, de olhos abertos, fitando o teto.
-Mãe, pai.
Eles se viraram e sorriram.
-O que foi querida?
-Preciso que vocês entrem no carro e viajem até a vovó.
-Por que isso?
-Porque não quero que vocês corram quaisquer perigos. Quanto mais longes estiverem da cidade, melhor.
-Tem certeza Mélody?
-Tenho pai.
Corri para baixo novamente. Jeff abraçava Rose, que parecia meio assustada, e Jake estava sentado com o rosto pensativo.
Jake
Lá estava eu outra vez, impossibilitado de ajudar a mulher que amo. Mélody, Rose e Jeff iam para uma batalha de vampiros e eu, como sempre, iria assistir de fora, tomando conta da minha miserável vida.
-Jake.
Virei-me e vi Mélody preocupada. Levantei-me e a abracei fortemente.
-Mélody, eu te amo!
-Eu também te amo Jake!
Ela não precisa ter um dom especial pra saber no que eu estava pensando, ela sentia nos meus olhos essa dor todas as vezes que ela iria fazer algo perigoso.
-Jake, eu sei o que você pensa, mas vai ficar tudo bem!
-Você pode saber o que eu penso, mas não sabe o que eu sinto Mélody.
Ela choramingou algumas palavras, mas eu estava afundado demais em minha agonia para entender.
-Mélody, acho que temos algumas horas, precisamos estar fortes.
-Rose, eu vou caçar, e você?
Mélody fitou Rose cautelosa, sabia dos sentimentos que a irmã tinha contra o tipo de caça dela.
-Eu vou caçar alguns cervos.
-Tudo bem, então vamos.
Mélody me beijou calorosamente e saiu pela porta.
-Jake, você vai ir de carro?
-Sim, eu já vou indo. Até mais.
-Certo, acho que devemos ir.
-Como assim “ir”?
-Rose na sua visão, nós não estávamos aqui.
Ela fitou-me pensativa por um instante e então disse – É mesmo Mél, nós estávamos perto da casa dos avós de vocês.
Jeff e Jake se olharam. Subi correndo as escadas até o quarto de nossos pais. Os dois se encontravam deitados na cama, de olhos abertos, fitando o teto.
-Mãe, pai.
Eles se viraram e sorriram.
-O que foi querida?
-Preciso que vocês entrem no carro e viajem até a vovó.
-Por que isso?
-Porque não quero que vocês corram quaisquer perigos. Quanto mais longes estiverem da cidade, melhor.
-Tem certeza Mélody?
-Tenho pai.
Corri para baixo novamente. Jeff abraçava Rose, que parecia meio assustada, e Jake estava sentado com o rosto pensativo.
Jake
Lá estava eu outra vez, impossibilitado de ajudar a mulher que amo. Mélody, Rose e Jeff iam para uma batalha de vampiros e eu, como sempre, iria assistir de fora, tomando conta da minha miserável vida.
-Jake.
Virei-me e vi Mélody preocupada. Levantei-me e a abracei fortemente.
-Mélody, eu te amo!
-Eu também te amo Jake!
Ela não precisa ter um dom especial pra saber no que eu estava pensando, ela sentia nos meus olhos essa dor todas as vezes que ela iria fazer algo perigoso.
-Jake, eu sei o que você pensa, mas vai ficar tudo bem!
-Você pode saber o que eu penso, mas não sabe o que eu sinto Mélody.
Ela choramingou algumas palavras, mas eu estava afundado demais em minha agonia para entender.
-Mélody, acho que temos algumas horas, precisamos estar fortes.
-Rose, eu vou caçar, e você?
Mélody fitou Rose cautelosa, sabia dos sentimentos que a irmã tinha contra o tipo de caça dela.
-Eu vou caçar alguns cervos.
-Tudo bem, então vamos.
Mélody me beijou calorosamente e saiu pela porta.
-Jake, você vai ir de carro?
-Sim, eu já vou indo. Até mais.
Mélody
Corri o mais rápido que pude até a cidade vizinha. Havia um homem de cabelos grisalhos, forte e cheio de sangue. Não parecia estar em boa saúde. Pulei em cima dele e cravei meus dentes em seu pescoço. Com uma mão agarrava o homem e com outra tapava lhe a boca. Quando suguei a ultima gota olhei-o morto em meus braços.
-Desculpe-me. Acredite, estará melhor lá do que aqui.
Lambi o pescoço e a marca de dentes sumiu. Corri para a fazenda dos avós de Jake. Agora eu estava cheia de força, uma força que brotava em mim como se fosse uma fonte de água no centro da cidade. Rose e Jeff estavam ali, mas Jake não havia chegado.
-Onde está ele? Já não devia estar aqui?
-Calma Mél, ele logo vai chegar.
Tudo que um dia havia sentido de dor pareceu brincadeira naquele instante. Jake estava pendurado no ar por Harry. Meus olhos se fecharam nele. Eu tinha de achar um jeito de salvá-lo. Quando respirei senti o cheiro do sangue dele. Olhei para Jeff que já estava tapando o nariz.
-O que vocês fizeram com ele?
-Nada de mais querida. Apenas um lanche! – disse Trish sorrindo maliciosa.
-É agora Rose.
Rose correu em direção da Trish, pulando e a levando ao chão. Jeff foi para Harry, fazendo-o mover-se para longe de Trish. Era a minha chance. Corri entre Jeff e Harry e peguei Jake, que lutava para viver.
-Mél, você precisa!
Relutante, mordi o pescoço de Jake e injetei meu sangue com veneno. Soltei logo. A visão era horrível. Jake se debatia em dor, uivando tristemente.
-Mélody!
-Desculpe-me. Acredite, estará melhor lá do que aqui.
Lambi o pescoço e a marca de dentes sumiu. Corri para a fazenda dos avós de Jake. Agora eu estava cheia de força, uma força que brotava em mim como se fosse uma fonte de água no centro da cidade. Rose e Jeff estavam ali, mas Jake não havia chegado.
-Onde está ele? Já não devia estar aqui?
-Calma Mél, ele logo vai chegar.
Tudo que um dia havia sentido de dor pareceu brincadeira naquele instante. Jake estava pendurado no ar por Harry. Meus olhos se fecharam nele. Eu tinha de achar um jeito de salvá-lo. Quando respirei senti o cheiro do sangue dele. Olhei para Jeff que já estava tapando o nariz.
-O que vocês fizeram com ele?
-Nada de mais querida. Apenas um lanche! – disse Trish sorrindo maliciosa.
-É agora Rose.
Rose correu em direção da Trish, pulando e a levando ao chão. Jeff foi para Harry, fazendo-o mover-se para longe de Trish. Era a minha chance. Corri entre Jeff e Harry e peguei Jake, que lutava para viver.
-Mél, você precisa!
Relutante, mordi o pescoço de Jake e injetei meu sangue com veneno. Soltei logo. A visão era horrível. Jake se debatia em dor, uivando tristemente.
-Mélody!
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