Clary
Juntei Mélody e Rosemary na manhã seguinte.
-Acho que está na hora de contar a vocês uma história, que pode dar muito sentido a vida de vocês!
Pensei cuidadosamente nas palavras a noite toda, e mesmo assim, agora fico imaginando qual será a reação delas!
-Alguém já deve ter comentado com vocês sobre as primeiras Blood Sisters!
As duas se encararam!
-Não!- respondeu Mélody meio confusa.
Suspirei pesado.
-Bom, há muito tempo...
Deixei as imagens tomarem conta do quarto. Seria melhor mostrar a elas, do que falar!
Duas mulheres, formadas já, aparentemente iguais, olhavam em torno de si a montanha de humanos sem vida.
-Me sinto culpada por isso às vezes!- disse Samanta.
-Não se culpe, é nossa natureza!- replicou Alice.
Samanta tinha olhos tristes e cabelos negros cacheados. Enquanto Alice tinha eles lisos e presos. Vestiam-se de modo diferente também.
Samanta usava um lindo vestido marfim, enquanto Alice usava calças de couro preto, uma camiseta que lhe destacava o busto e um corpete lhe afinando a cintura.
-As Blood Sisters sempre foram vistas como armas, tanto para a sociedade humana quanto para os próprios vampiros – comecei a narrar – Quem as tivesse, ganhava a guerra, já que com todos os poderes controlados elas podiam fazer o que quisessem.
Deixei as duas olhando a cena. Agora Alice e Samanta estavam em um lago, olhando os humanos na outra margem. Homens muito atraentes. Logo depois elas haviam matado todos.
-Elas não podiam amar. Seus parceiros, predestinados ao nascerem, tinham de morrer! Era uma maldição! Elas não conseguiram amar mais ninguém.
Deixei a cena das duas mortas pairando enquanto repensava as palavras.
-Por fim, elas se suicidaram, por não conseguir se tornarem felizes, e por estarem cansadas de serem vistas como arma!
Tirei as imagens.
-Vocês conseguiram driblar a falta de amor e nem são vistas como arma ainda. Mas quero que saibam que um dia serão vistas como elas, e temidas como elas foram.
-Acho que está na hora de contar a vocês uma história, que pode dar muito sentido a vida de vocês!
Pensei cuidadosamente nas palavras a noite toda, e mesmo assim, agora fico imaginando qual será a reação delas!
-Alguém já deve ter comentado com vocês sobre as primeiras Blood Sisters!
As duas se encararam!
-Não!- respondeu Mélody meio confusa.
Suspirei pesado.
-Bom, há muito tempo...
Deixei as imagens tomarem conta do quarto. Seria melhor mostrar a elas, do que falar!
Duas mulheres, formadas já, aparentemente iguais, olhavam em torno de si a montanha de humanos sem vida.
-Me sinto culpada por isso às vezes!- disse Samanta.
-Não se culpe, é nossa natureza!- replicou Alice.
Samanta tinha olhos tristes e cabelos negros cacheados. Enquanto Alice tinha eles lisos e presos. Vestiam-se de modo diferente também.
Samanta usava um lindo vestido marfim, enquanto Alice usava calças de couro preto, uma camiseta que lhe destacava o busto e um corpete lhe afinando a cintura.
-As Blood Sisters sempre foram vistas como armas, tanto para a sociedade humana quanto para os próprios vampiros – comecei a narrar – Quem as tivesse, ganhava a guerra, já que com todos os poderes controlados elas podiam fazer o que quisessem.
Deixei as duas olhando a cena. Agora Alice e Samanta estavam em um lago, olhando os humanos na outra margem. Homens muito atraentes. Logo depois elas haviam matado todos.
-Elas não podiam amar. Seus parceiros, predestinados ao nascerem, tinham de morrer! Era uma maldição! Elas não conseguiram amar mais ninguém.
Deixei a cena das duas mortas pairando enquanto repensava as palavras.
-Por fim, elas se suicidaram, por não conseguir se tornarem felizes, e por estarem cansadas de serem vistas como arma!
Tirei as imagens.
-Vocês conseguiram driblar a falta de amor e nem são vistas como arma ainda. Mas quero que saibam que um dia serão vistas como elas, e temidas como elas foram.
Mélody
Eu não sabia o que estava passando na cabeça de Rose, não queria saber! Mas na minha mente eu vi tudo aquilo acontecendo com nós duas, de uma maneira diferente, mas tudo ocorreu.
Diferente das originais, nós temos controle sobre nossa sede, e conseguimos amar. Mas será que isso poderá durar pra sempre?
Saí do quarto e puxei Jake escada a cima, para o NOSSO quarto.
Eu o amava e precisa ter certeza de que duraria para sempre. Meu corpo ardeu ao simples toque de sua boca eu meu ombro.
Eu podia sentir meu corpo se fundindo ao dele. Cada vez que nos tocávamos dessa maneira sentia que nada iria nos separar.
-Eu te amo Mélody!- ele sussurrou em meu ouvido.
Beijei-o ardentemente, fundindo meu corpo ao dele por completo. A cama era nosso refúgio, o lugar onde nós podíamos ser quem nós realmente éramos: o complemento um do outro.
Ps: *--* Mél muito fofa quando se trata do Jake!
Diferente das originais, nós temos controle sobre nossa sede, e conseguimos amar. Mas será que isso poderá durar pra sempre?
Saí do quarto e puxei Jake escada a cima, para o NOSSO quarto.
Eu o amava e precisa ter certeza de que duraria para sempre. Meu corpo ardeu ao simples toque de sua boca eu meu ombro.
Eu podia sentir meu corpo se fundindo ao dele. Cada vez que nos tocávamos dessa maneira sentia que nada iria nos separar.
-Eu te amo Mélody!- ele sussurrou em meu ouvido.
Beijei-o ardentemente, fundindo meu corpo ao dele por completo. A cama era nosso refúgio, o lugar onde nós podíamos ser quem nós realmente éramos: o complemento um do outro.
Ps: *--* Mél muito fofa quando se trata do Jake!
/by: Sara
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