A dor era insuportável.
Minha mão não parava de sangrar e aquilo doía demais, mas eu não podia voltar. Vi Mélody atrás de mim e consegui forçar para aumentar a velocidade. Não podia matar aqueles humanos então corri. Voltaria para casa assim que pudesse.
Vi Mélody desistir da corrida e continuei. Precisava de um médico.
- Rose, aqui!
Felix me levara para sua casa. A casa dele era perto da de meus pais adotivos, então o sangue diminuíra. O engraçado é que eu perdera o sangue que tirara do coelho que matei.
- Prontinho! Está melhor?
Assenti com a cabeça. Senti a dor de Mélody tomar conta de meu ser e quando notei estava nos braços de Felix. Ele usara seus dons para me acalmar e logo eu melhorara. Olhei para seu rosto pálido. Os olhos vermelhos combinavam com os cabelos castanhos escuros. Sorri de gratidão e me separei dele.
- Ainda doi?
- Um pouco. Preciso voltar.
- Espere, Rose. Posso fazer passar.
- Felix, não posso fazer isso.
- Quem liga? - ele cortou o braço com uma faca e me ofereceu - Beba.
O cheiro entrou em minhas narinas e tomou conta de mim. Quando percebi, já sugara o sangue que escorria por seu braço.
- Desculpe, Felix.
- Tudo bem. Ah, podemos sair hoje?
- Felix, eu tenho 16 anos. Desculpe, mas não sinto por você o que sente por mim.
- Tenho tempo para esperar. Te vejo logo, Rose.
Antes de me deixar sair, Felix levou seus lábios aos meus. Lutei para me separar dele e fui para casa. Não queria magoar os sentimentos dele, mas também não o amava tanto. Ele era como meu irmão.
- Rose! - Mélody me abraçou quando passei pela porta - Quase me matou!
Meu pai pensou que Mélody estava exagerando e riu. Ele não sabia que era sério. Subi para o quarto abraçada à minha irmã.
- Onde esteve?
- Com Felix!
- Rose, ele tem 30 anos! Sabe o que ele sente por você e isso é perigoso.
- Desculpe, Mel, mas ele, e só ele, pode me curar da dor.
Minha mão não parava de sangrar e aquilo doía demais, mas eu não podia voltar. Vi Mélody atrás de mim e consegui forçar para aumentar a velocidade. Não podia matar aqueles humanos então corri. Voltaria para casa assim que pudesse.
Vi Mélody desistir da corrida e continuei. Precisava de um médico.
- Rose, aqui!
Felix me levara para sua casa. A casa dele era perto da de meus pais adotivos, então o sangue diminuíra. O engraçado é que eu perdera o sangue que tirara do coelho que matei.
- Prontinho! Está melhor?
Assenti com a cabeça. Senti a dor de Mélody tomar conta de meu ser e quando notei estava nos braços de Felix. Ele usara seus dons para me acalmar e logo eu melhorara. Olhei para seu rosto pálido. Os olhos vermelhos combinavam com os cabelos castanhos escuros. Sorri de gratidão e me separei dele.
- Ainda doi?
- Um pouco. Preciso voltar.
- Espere, Rose. Posso fazer passar.
- Felix, não posso fazer isso.
- Quem liga? - ele cortou o braço com uma faca e me ofereceu - Beba.
O cheiro entrou em minhas narinas e tomou conta de mim. Quando percebi, já sugara o sangue que escorria por seu braço.
- Desculpe, Felix.
- Tudo bem. Ah, podemos sair hoje?
- Felix, eu tenho 16 anos. Desculpe, mas não sinto por você o que sente por mim.
- Tenho tempo para esperar. Te vejo logo, Rose.
Antes de me deixar sair, Felix levou seus lábios aos meus. Lutei para me separar dele e fui para casa. Não queria magoar os sentimentos dele, mas também não o amava tanto. Ele era como meu irmão.
- Rose! - Mélody me abraçou quando passei pela porta - Quase me matou!
Meu pai pensou que Mélody estava exagerando e riu. Ele não sabia que era sério. Subi para o quarto abraçada à minha irmã.
- Onde esteve?
- Com Felix!
- Rose, ele tem 30 anos! Sabe o que ele sente por você e isso é perigoso.
- Desculpe, Mel, mas ele, e só ele, pode me curar da dor.
- Rosemary, sabe que ele é perigoso! Ele é mais forte que você e pode te matar! -ela usou meu nome de batismo vampirítico e isso quer dizer que estava brava.
- É Rose, Mel! - corrigi.
- É Mélody, Rose. - ela fez uma careta - Rose, me diz que ele não fez nada com você? Senti suas emoções e acho que está me escondendo algo.
Ah, é! O lance do pacto faz com que irmãs de sangue vampiras sintam tudo o que a outra sente.
- Ele me beijou de novo, Mel.
- Da última vez que ele fez isso, você ficou hipnotizada por uma semana. Ele é poderoso, Rose, e pode te matar!
- Tudo bem. Vou tomar cuidado. Eu vou me deitar.
Passei parte da noite pensandoem Felix. Sabia que ele fazia isso comigo. Felix controla as pessoas e as cura. Ele é um dos vampiros mais poderosos que já conheci. Seu sangue é sangue real e isso o torna tão forte. Ele já conseguiu me hipnotizar com um beijo e isso não foi legal. Quase perdi a memória por causa disso.
Meus pensamentos foram substituídos por uma visão. Eu me vi nos braços de Felix, ele me beijava e tentava tirar minha blusa. Meus olhos estavam brancos - o que quer dizer que eu estava hipnotizada. Balancei a cabeça para sair daquela visão (não queria ver aquilo)
A visão sumiu e veio um pesadelo. Era tudo escuro e ao mesmo tempo claro. Mélody estava sentada em uma árvore e chorava. Demorei a perceber que aquele não era o meu sonho. Saí da cabeça de Mélody - o lance do pacto também faz com uma entre na cabeça da outra e saia quando quiser, e pra isso precisa de muito poder - e a acordei.
- Mélody, acorda! - segurei-a pelos braços e a sacudi.
- Rose! - ela chorava - Ai, foi horrível!
- Eu sei, foi só um pesadelo.
- Eu estava dentro da sua cabeça antes de tê-lo. Rose, eu vi o que pensou. Você quer a ele, não quer? Você quer ir até ele?
- Não, não quero. Ele me quer e posso tirar proveito disso. Olha, ele pode ser nosso guardião e nos proteger de...
- É Rose, Mel! - corrigi.
- É Mélody, Rose. - ela fez uma careta - Rose, me diz que ele não fez nada com você? Senti suas emoções e acho que está me escondendo algo.
Ah, é! O lance do pacto faz com que irmãs de sangue vampiras sintam tudo o que a outra sente.
- Ele me beijou de novo, Mel.
- Da última vez que ele fez isso, você ficou hipnotizada por uma semana. Ele é poderoso, Rose, e pode te matar!
- Tudo bem. Vou tomar cuidado. Eu vou me deitar.
Passei parte da noite pensando
Meus pensamentos foram substituídos por uma visão. Eu me vi nos braços de Felix, ele me beijava e tentava tirar minha blusa. Meus olhos estavam brancos - o que quer dizer que eu estava hipnotizada. Balancei a cabeça para sair daquela visão (não queria ver aquilo)
A visão sumiu e veio um pesadelo. Era tudo escuro e ao mesmo tempo claro. Mélody estava sentada em uma árvore e chorava. Demorei a perceber que aquele não era o meu sonho. Saí da cabeça de Mélody - o lance do pacto também faz com uma entre na cabeça da outra e saia quando quiser, e pra isso precisa de muito poder - e a acordei.
- Mélody, acorda! - segurei-a pelos braços e a sacudi.
- Rose! - ela chorava - Ai, foi horrível!
- Eu sei, foi só um pesadelo.
- Eu estava dentro da sua cabeça antes de tê-lo. Rose, eu vi o que pensou. Você quer a ele, não quer? Você quer ir até ele?
- Não, não quero. Ele me quer e posso tirar proveito disso. Olha, ele pode ser nosso guardião e nos proteger de...
Não consegui terminar a frase. Meu corpo já não me obedecia mais e me vi indo em direção à janela. Saltei para a casa de Felix e vi Mélody ir atrás de mim. Eu não podia me mexer por vontade própria e as palavras de Felix ecoaram em minha cabeça.
- Você vai pensar em mim hoje à noite. E vai querer estar comigo.
Uma dor de cabeça tomou conta de mim e eu fiquei em transe hipnótico. Pelos pensamentos de Mélody, vi que estava com Felix, ele estava com os lábios roçando em meu pescoço.
- Felix, não! - gritou ela.
Ele me beijou novamente, dessa vez furiosamente. Mélody pulou em cima dele para impedí-lo, mas ele já tinha bebido uma gosta de meu sangue. E me fizera beber o dele. Agora estávamos ligados um ao outro - assim como eu estava ligada à Mélody. Ele me soltou e sussurrou em meu ouvido:
- Eu te amo, Rose. E você será minha.
- Eu vou te matar, seu abusado! Pode ser preso por fazer isso com... - Mélody gritou.
- Tudo bem. Leve-a para casa. Mas agora ela já está ligada à mim.
Mélody me deitou na cama e ficou tentando me tirar do transe hipnótico. Meus olhos abriram e eu voltei ao normal - ou quase.
- Deve haver um modo de reverter isso! - ela disse - Eu te disse que ele era perigoso.
- Eu sei, mas... Ai! - a mordida de Felix começou a doer. A ferida ardia e eu caí no chão de dor.
- Aquele safado! Eu vou matá-lo! Rose, faça ele parar. Peça à ele. Precisa descansar.
- Já passou. - menti.
Mélody dormiu e eu fui ver Felix. Ele fez a dor passar e eu corri para meu quarto. Felix prometeu não invadir meu quarto de novo e por algum motivo eu acreditei nele. Caí no sono assim que as dores acabaram. Felix era traiçoeiro, mas ele fizera a dor passar. Suas atitudes me assustavam, mas eu precisava dele por algum motivo.
- Você vai pensar em mim hoje à noite. E vai querer estar comigo.
Uma dor de cabeça tomou conta de mim e eu fiquei em transe hipnótico. Pelos pensamentos de Mélody, vi que estava com Felix, ele estava com os lábios roçando em meu pescoço.
- Felix, não! - gritou ela.
Ele me beijou novamente, dessa vez furiosamente. Mélody pulou em cima dele para impedí-lo, mas ele já tinha bebido uma gosta de meu sangue. E me fizera beber o dele. Agora estávamos ligados um ao outro - assim como eu estava ligada à Mélody. Ele me soltou e sussurrou em meu ouvido:
- Eu te amo, Rose. E você será minha.
- Eu vou te matar, seu abusado! Pode ser preso por fazer isso com... - Mélody gritou.
- Tudo bem. Leve-a para casa. Mas agora ela já está ligada à mim.
Mélody me deitou na cama e ficou tentando me tirar do transe hipnótico. Meus olhos abriram e eu voltei ao normal - ou quase.
- Deve haver um modo de reverter isso! - ela disse - Eu te disse que ele era perigoso.
- Eu sei, mas... Ai! - a mordida de Felix começou a doer. A ferida ardia e eu caí no chão de dor.
- Aquele safado! Eu vou matá-lo! Rose, faça ele parar. Peça à ele. Precisa descansar.
- Já passou. - menti.
Mélody dormiu e eu fui ver Felix. Ele fez a dor passar e eu corri para meu quarto. Felix prometeu não invadir meu quarto de novo e por algum motivo eu acreditei nele. Caí no sono assim que as dores acabaram. Felix era traiçoeiro, mas ele fizera a dor passar. Suas atitudes me assustavam, mas eu precisava dele por algum motivo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário